CORPO DE TAXISTA É ENCONTRADO COM 12 FACADAS E SEM DEDO EM RAMAL DA AM-070


O corpo do taxista João Lima da Silva, de 67 anos, que estava desaparecido desde ontem, segunda-feira (27), foi encontrado na tarde de hoje com 12 facadas e sem um dedo em um ramal no Km 13 da rodovia estadual AM-070, no município de Iranduba, a 27 quilômetros da capital. Duas pessoas suspeitas do crime foram presas pela polícia.
O corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) e levado para Manaus. A perícia do Instituto de Criminalística compareceu ao local e confirmou 12 facadas em diversas partes do corpo, como pescoço, tórax e abdômen. A vítima estava com um dos dedos da mão decepado e apenas de cueca, com a calça abaixada até o joelho.
O delegado Antônio Chicre, titular do 31º Distrito Integrado de Polícia (DIP), confirmou a prisão de duas pessoas suspeitas do crime. Segundo ele, ontem o taxista fez uma corrida para três passageiros homens. A identidade deles não foi confirmada. O taxista trabalhava para a companhia de táxi Iranduba e já foi vereador do município de Iranduba.
Segundo o delegado, os três passageiros embarcaram no táxi com destino final ao ramal do Treze. Uma câmera de segurança de um posto de combustível filmou o veículo, um Chevrolet Spin de cor amarela e placas NOZ-0441, entrando no ramal por volta das 13h30. Depois, o carro é visto saindo do ramal às 14h30 com os vidros abaixados e sem o taxista.
Ainda segundo Antônio Chicre, as imagens das câmeras de segurança ajudaram a polícia a localizar e identificar os autores do crime. Eles foram presos e levaram a polícia até local do corpo, e depois conduziram os policiais até outro ramal da AM-070 onde abandonaram o carro, em uma área de mata próximo à cidade universitária.
A polícia ainda investiga se o caso é um homicídio ou se também envolve assalto, ou seja, latrocínio. Os dois suspeitos do crime presos foram conduzidos ao 10º DIP, em Manaus, onde o delegado Antônio Chicre deve divulgar mais informações durante uma coletiva de imprensa ainda na tarde de hoje.
Fonte: A Crítica 

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